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Exercício

Flexão nórdica

Descida controlada com os tornozelos presos e o corpo em linha reta, freando com os isquiotibiais. É um dos exercícios mais estudados na prevenção de lesão de isquiotibiais, e também um dos mais difíceis.

Músculo principal
Isquiotibiais
Equipamento
Peso corporal
Padrão
Flexão de joelho
Mecânica
Isolado
Nível
Avançado

Músculos trabalhados

Principal Auxiliar

Músculos trabalhados em Flexão nórdica. Principais: Isquiotibiais. Auxiliares: Gastrocnêmio.

  • IsquiotibiaisAgonista
  • GastrocnêmioSinergista

Preparação

Ajoelhado com os tornozelos presos por um parceiro ou aparelho. Joelhos sobre um apoio acolchoado, corpo alinhado do joelho à cabeça.

Como executar

  1. Comece ajoelhado com o corpo ereto e alinhado, glúteos contraídos.
  2. Desça o tronco à frente o mais devagar que conseguir, freando com os isquiotibiais.
  3. Mantenha o quadril estendido — não dobre na cintura.
  4. Amorteça a chegada com as mãos quando não conseguir mais frear.
  5. Empurre o chão com as mãos para voltar à posição inicial.

Erros comuns

  • Dobrar o quadril durante a descida.O corpo desce como um bloco. Dobrar a cintura elimina o trabalho.
  • Cair sem frear.Se você não consegue frear nada, use elástico de assistência ou reduza a amplitude.
  • Tentar a amplitude completa cedo demais.Comece freando os primeiros graus e aumente ao longo de semanas.

Benefícios

  • Trabalho excêntrico intenso dos isquiotibiais.
  • Bastante estudado no contexto de prevenção de lesão de isquiotibiais.
  • Não exige carga externa.

Quando evitar

  • Lesão de isquiotibiais em fase aguda.
  • Dor no joelho na posição ajoelhada.
  • Pouca base de força posterior — construa com stiff e flexora antes.

Como programar

2 a 3 séries de 5 a 8 repetições, com descida o mais lenta possível. Gera bastante dor muscular tardia no começo.

Perguntas frequentes

Não consigo frear nada. Comecei errado?
Não. É esperado. Use elástico para assistir ou faça só os primeiros graus da descida, e progrida a partir daí.
Com que frequência?
Uma a duas vezes por semana bastam. O trabalho excêntrico intenso exige recuperação.