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Calculadora

Volume semanal de treino

Quantas séries por semana você faz em cada grupo, comparadas com as faixas em que a maioria das pessoas responde melhor. A conta acontece no seu navegador — nada é enviado nem armazenado.

Séries efetivas por semana

Conte só as séries de trabalho, levadas perto da falha. Aquecimento não entra. Se um exercício atinge dois grupos, some em ambos.

ideal 1220
ideal 1422
ideal 1622
ideal 1220
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ideal 1014
ideal 1218
ideal 1016
ideal 412
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ideal 1620

Informe quantas séries você faz por semana em cada grupo.

Como ler esses números

O que conta como série

Uma série efetiva: série de trabalho levada perto da falha. Aquecimento não entra. Série que deixa três ou quatro repetições no tanque conta pouco — e é por isso que a mesma planilha produz resultados diferentes em duas pessoas. A ferramenta conta quantidade; quem determina o efeito é o esforço.

Quando um exercício atinge dois grupos, some nos dois. Remada conta para costas e para bíceps; supino, para peito e para tríceps. Quem ignora isso costuma descobrir que treina bíceps bem mais do que imagina.

De onde vêm as faixas

De dois corpos de evidência com pesos bem diferentes, e vale saber qual é qual.

O piso tem base mais firme. A meta-análise de Schoenfeld, Ogborn e Krieger (2017) reuniu os estudos que compararam volumes distintos e encontrou resposta dose-dependente: dez ou mais séries semanais por grupo produzem mais hipertrofia do que menos de cinco. O número não é mágico, mas a direção é consistente entre estudos.

O teto é mais frouxo. Os valores de volume máximo recuperável vêm da observação sistematizada de treinadores — o trabalho de Israetel e colegas é a referência mais citada —, não de ensaio controlado. Servem como sinal de alerta, não como limite medido.

Por que o teto varia tanto

Mais do que qualquer outro número deste site. Sono, estresse, idade, anos de treino, alimentação e uso de recursos farmacológicos mudam quanto uma pessoa recupera. Duas pessoas com as mesmas 22 séries de peito podem estar uma bem servida e a outra atropelada.

O sinal prático não está na tabela: se a carga não sobe há semanas, se o treino ficou uma obrigação penosa ou se a articulação começou a reclamar, o volume está acima do que você recupera — independente do que o número diz.

Por que bíceps e tríceps aparecem separados

Porque recuperam em ritmos diferentes, e programá-los como “braços” apaga exatamente a informação que a ferramenta existe para dar. O tríceps já recebe volume indireto de todo empurrão; o bíceps, de toda puxada. Somados num grupo só, os dois desaparecem numa média que não descreve nenhum dos dois.

Onde ajustar o programa

Se um grupo aparece abaixo da faixa, o caminho mais simples é acrescentar um exercício — o banco de exercícios permite filtrar por músculo e por equipamento. Se aparece em excesso, tirar séries costuma render mais do que trocar exercício.

As fichas de treino mostram como esses volumes se distribuem em programações reais, e os métodos explicam as filosofias por trás delas — do volume altíssimo de Sergio Oliva às poucas séries até a falha de Dorian Yates.